Qual é a diferença entre um teste de vedação qualitativo e um quantitativo?

  • 27 DE ABRIL DE 2021 | 3M BRASIL

    A avaliação da adequação da proteção respiratória tem uma sólida base científica. Você já ouviu falar em testes de vedação qualitativos e quantitativos, certo? Vamos aprender mais sobre eles.

    O PPR da Fundacentro especifica procedimentos aprovados para testes de vedação qualitativos e quantitativos. O método quantitativo produz um valor numérico chamado de fator de vedação ou fit factor, que se destina a representar a relação entre a concentração presente no exterior da máscara facial e a concentração presente no interior dela, ou seja, a redução da concentração no ar do contaminante em questão. O método qualitativo, por sua vez, dá um resultado aprovado ou reprovado, dependendo se o sujeito alega ter detectado o gosto do agente durante o teste de vedação.

    Do ponto de vista regulatório, tanto o qualitativo quanto o quantitativo podem ser usados para a maioria das classes de proteção respiratória, incluindo os respiradores tipo peças faciais filtrantes (PFF), também conhecidos como respiradores descartáveis. Entretanto, é necessário um teste de vedação quantitativo para máscaras faciais inteiras usadas em configurações de pressão negativa se for exigido um fator de proteção atribuído (FPA) de 100 (ou seja, se as concentrações de contaminantes transportados pelo ar excederem até 100 vezes o limite de exposição permissível).

    A Tabela 1 resume algumas das diferenças entre qualitativo e quantitativo.

    Quando o teste de vedação qualitativo é um método aceitável? Quando é necessário um teste de vedação quantitativo?

    Segundo o PPR da Fundacentro, o teste de vedação qualitativo é um método aceitável para máscaras faciais de vedação apertada utilizadas em configurações de pressão negativa e pressão positiva, com algumas exceções:

    • O fator de proteção atribuído de 100 é necessário quando uma máscara facial inteira é usada com um respirador purificação de ar de pressão negativa.
    • Um equipamento de suprimento de ar (SAR) ou um aparelho de respiração autônomo (SCBA) é usado no modo de demanda.
    • As máscaras faciais utilizadas nos SCBAs para o combate a incêndios devem ser testadas quantitativamente conforme prescrito pela Associação Nacional de Proteção contra Incêndios.

    Conseguir um ajuste e uma vedação adequados é crucial para obter a máxima proteção de seu respirador. Para maiores informações sobre testes de vedação, por favor, revise este boletim técnico e sinta-se à vontade para contatar nossos especialistas em proteção respiratória para assistência.

Compartilhe esse artigo: