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    6 Curiosidades sobre o “phasedown” dos HFCs na Indústria de Supressão de Incêndio

    08 novembro 2018
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    6 Curiosidades sobre o “phasedown” dos HFCs na Indústria de Supressão de Incêndio

    Guia rápido sobre o impacto da emenda Kigali ao Protocolo de Montreal sobre o uso de HFCs em sistemas de supressão de incêndio.


     

    1. O que é a emenda Kigali?

    A Emenda Kigali é um compromisso internacional para que todos os países se adequem à redução gradual na produção e no uso de hidrofluorcarbonetos (HFCs) em mais de 80% nos próximos 30 anos.

    O documento de Kigali atualiza o Protocolo de Montreal, o tratado internacional que regula a eliminação progressiva de substâncias destruidoras de ozônio (ODS) desde os anos 80. Na supressão de incêndios, o Protocolo de Montreal levou à eliminação de Halon-1301, Halon-1211 e HCFCs, como o HCFC-123.

     

    2. Por que a emenda Kigali é importante?

    Os HFCs são considerados poderosos gases de efeito estufa usados em setores como refrigeração, ar condicionado e supressão de incêndios. Por exemplo, 1 tonelada de um agente limpo de supressão de incêndio HFC, como o HFC-227ea, tem o mesmo impacto sobre o aquecimento global de mais de 3.000 toneladas de dióxido de carbono. Espera-se que o "phasedown" global de HFCs permita a redução do aquecimento global em até 0,5°C até o final do século, o que representa 25% do aquecimento de 2°C que as nações esperam evitar.

    3. Que impacto terá a emenda Kigali sobre a supressão de incêndios

    Agentes de supressão de incêndios bem conhecidos, tais como HFC-227ea e HFC-125, são HFCs. Como resultado das ações do governo para cumprir seus compromissos sob a Emenda Kigali, esses agentes enfrentarão crescentes barreiras à produção e ao consumo a partir de 2019. As nações podem empreender ações locais, como rever as principais indústrias consumidoras de HFC e promover ou obrigar a transição para alternativas.

    Alguns fabricantes já identificaram benefícios em antecipar-se ao "phasedown" e em apoiar a supressão de incêndios sustentável. Por exemplo, em outubro de 2018, a Sea-Fire Europe, fabricante de sistemas de combate a incêndios marítimos, anunciou que interromperia a distribuição de equipamentos de supressão de incêndio usando agentes baseados em HFCs. De acordo com um comunicado de imprensa, a Sea-Fire Europe “acredita que é a ação responsável a tomar, dado o impacto adverso [dos HFCs] no meio ambiente”, além de projetar que o custo do HFC-227ea, como agente extintor limpo, possa dobrar nos próximos 18 meses. Além disso, com base na experiência do setor com a eliminação de halons, à medida que a produção de HFCs diminuir, o custo por kg deve aumentar. Entre 2016 e 2018, o custo por kg de halon aumentou mais de 500%, de USD$13 para USD$ 65.

    À medida que o "phasedown" comece, os engenheiros de especificação e os usuários finais provavelmente avaliarão os riscos envolvidos na instalação de novos sistemas de supressão de incêndio baseados em HFCs. Embora os proprietários dos sistemas vigentes provavelmente não sejam obrigados a desativar os sistemas existentes, é provável que os sistemas que utilizam HFCs se tornarão mais caros de se manter e de realizar recargas. Ao instalar novos sistemas, os usuários finais podem instalar alternativas aos HFCs, como o Fluido de Proteção contra Incêndio Novec-1230™ da 3M™, que reduz e evita o potencial risco regulatório. Na verdade, a 3M™ acredita e confia que o fluido Novec-1230™ não estará sujeito a regulamentações ambientais futuras, por isso oferece a garantia global 3M™ Blue Sky℠ Warranty (BSW). Essa garantia protege e proporciona tranquilidade aos usuários finais em suas decisões de compra do sistema de supressão de incêndio.

    8. O desempenho de extinção de incêndio varia em Aprovações FM publicadas ao comparar diferentes marcas FK-5-1-12. Especificar o Fluido de Proteção contra Incêndio 3M™ Novec™ 1230 por marca é a única maneira de garantir que seu sistema será fornecido com fluido Novec 1230, um agente limpo e sustentável, com um histórico comprovado de desempenho, qualidade e segurança, com mais de 50.000 instalações instaladas em mais de 90 países nos últimos 17 anos.

    4. Quando a Emenda Kigali entra em vigor?

    A Emenda Kigali foi adotada na 28ª Reunião dos Membros do Protocolo de Montreal em 15 de outubro de 2016 em Kigali, Ruanda. Como mais de 20 países já o ratificaram, entrará em vigor em 01 de janeiro de 2019. Os países que ratificarem a Emenda após 01 de janeiro também ficarão imediatamente vinculados a ela.

    5. Qual é a posição do Brasil sobre a Emenda Kigali?

    O Brasil ainda não ratificou a Emenda Kigali, mas a ratificação já foi encaminhada pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional em Junho/18 e ações voluntárias da indústria brasileira já têm impacto na redução do consumo de gases de efeito estufa.

    5. Qual é a posição do Brasil sobre a Emenda Kigali?

    55 membros do Protocolo de Montreal já ratificaram a Emenda de Kigali em 30 de setembro de 2018. Como o tratado entra em vigor em janeiro de 2019 e os países desenvolvidos terão compromissos de redução a partir de 2019, um número substancial dos 142 países restantes deverá ratificar a Emenda Kigali entre agora e o final de 2018.

    Na tabela abaixo estão os países ratificados na Emenda de Kigali:


    Africa Americas Asia Pacific Europe

    Benin

    Barbados

    Australia

    Austria

    Burkina Faso

    Canada

    Democratic People's Republic of Korea

    Belgium

    Comoros

    Chile

    Lao People's Democratic Republic

    Bulgaria

    Côte d'Ivoire

    Costa Rica

    Maldives

    Czech Republic

    Gabon

    Ecuador

    Marshall Islands

    Estonia

    Malawi

    Grenada

    Micronesia (Federated States of)

    European Union

    Mali

    Mexico

    Niue

    Finland

    Niger

    Panama

    Palau

    France

    Rwanda

    Trinidad and Tobago

    Samoa

    Germany

    Senegal

    Uruguay

    Sri Lanka

    Hungary

    Togo

     

    Tonga

    Ireland

    Uganda

     

    Tuvalu

    Latvia

     

     

    Vanuatu

    Lithuania

     

     

     

    Luxembourg

     

     

     

    Netherlands

     

     

     

    Norway

     

     

     

    Portugal

     

     

     

    Slovakia

     

     

     

    Sweden

     

     

     

    United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland

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