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  • Como melhorar o resgate em altura

    janeiro 08, 2018

    No trabalho em altura, a queda é um evento a ser considerado, então você pode (e deve) se preparar para agir caso ela ocorra. Como? Treinamento, equipamentos corretos (e de qualidade) e planejamento.

    Justamente pela importância do assunto e por envolver vidas, o ponto crucial do salvamento e resgate é procurar um treinamento específico para isso, ministrado por uma empresa reconhecida e com tradição em capacitações de segurança. Não busque por preço, mas por qualidade; as consequências de trabalhadores mal treinados, principalmente em proteção contra quedas e resgates de emergência, podem ser irreparáveis para sua empresa. Considere também sua área de atuação: já existem treinamentos especializados em offshore e torres eólicas, por exemplo.

    Os equipamentos também fazem toda a diferença. Para garantir, adquira somente equipamentos de ponta e de fabricantes renomados. E pesquise a fundo tipos disponíveis: alguns sistemas de resgate são fáceis de usar, enquanto outros exigem mais habilidade, mas podem ser adaptados para uso em diversas situações. No geral, dispositivos de descida de tipo automático exigem muito menos treinamento que os controlados pelo usuário, mas também são menos adaptáveis a diversas tarefas. Considere se o dispositivo precisará ser utilizado por qualquer um de modo instantâneo e intuitivo, ou se funcionários específicos serão treinados para tarefas de salvamento no local de trabalho.

    Veja alguns pontos que merecem atenção especial:

    Analise a situação: antes de iniciar, avalie o cenário completo e procure por soluções simples e seguras, sem improvisar – sempre de acordo com o seu sistema de resgate. Isso faz parte do gerenciamento de riscos e do planejamento da operação.

    Tenha planos de ação: um plano de ação bem definido, desenvolvido por tomadores de decisão capacitados, é um ponto crucial no resgate e salvamento em altura. Há ocasiões em que uma solução simples pode evitar manobras mais complexas e arriscadas.

    Redundância da segurança: em operações de resgate (como em qualquer operação de risco) é essencial duplicar os sistemas de segurança ou, em casos críticos, triplicá-los. Se um sistema falhar, outro já está de prontidão.

    Socorrista protegido: é preciso garantir a segurança também da equipe de resgate e de todos os envolvidos, para não agravar o problema.

    Cuidado com lesões: muitas vezes, a manipulação correta da vítima (imobilização, prevenção de choque) é mais importante do que a rapidez do resgate em si.

    Revise os sistemas: antes do início de qualquer operação de emergência, todo o sistema deve ser revisado. Com funcionários bem treinados, bons equipamentos e um sistema simples e ordenado, não haverá perda de tempo.

    No geral, toda a equipe precisa conhecer muito bem os equipamentos e procedimentos, e estar muito bem treinada. Graças às novas tecnologias e à qualidade dos produtos de segurança e resgate, hoje em dia está mais fácil manter o trabalhador seguro, e também trazê-lo de volta ao solo.

    Para ajudar na solução de situações críticas, a 3M oferece dispositivos automáticos de subida ou descida, assim como dispositivos de resgate de emergência e sistemas de evacuação. Isso sem falar na grande variedade de treinamentos para que sua equipe esteja sempre pronta para o pior.