Segurança em Espaços Confinados

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  • O Trabalho em Espaços Confinados é um assunto extremamente sério, já que expõe os trabalhadores a riscos imediatos de vida e saúde - e muitas vezes estes espaços são classificados IPVS (Imediatamente Perigosos à Vida ou à Saúde). Justamente por isso, existe uma série de normas e procedimentos para garantir a segurança dos trabalhadores nesses ambientes.

    A documentação é vasta, mas reunimos os principais pontos de atenção para proteger sua equipe e manter a conformidade.

    Um espaço confinado é um ambiente com as seguintes características:

    • Não é projetado para ocupação humana contínua
    • Possui meios limitados de entrada e saída
    • Tem ventilação insuficiente ou inexistente para remover contaminantes
    • Pode haver deficiência ou enriquecimento de oxigênio

    Portanto, um espaço confinado representa um risco alto de afogamento e aprisionamento para o trabalhador.

    Clique em uma opção para conhecer os principais elementos do trabalho em espaço confinado:

  • Treinamento para espaço confinado

    Para estar em conformidade com a lei é preciso manter seus funcionários treinados. Conheça mais sobre os treinamentos oferecidos pela 3M, uma das empresas líderes em soluções de segurança ao trabalhador.

    Treinamento para espaço confinado
  • Como identificar os riscos à segurança

    O próximo passo é identificar e documentar os riscos envolvidos. Veja o que é uma análise de risco e confira um exemplo simples e prático para não deixar nada de fora.

     

    Como identificar os riscos à segurança
  • O que fazer antes da entrada em um espaço confinado

    Após a identificação dos riscos, deve ser criado um documento fundamental: a Permissão de Entrada e Trabalho, ou PET. Veja como isso funciona e confira um checklist de EPIs importantes para espaços confinados.

    O que fazer antes da entrada em um espaço confinado
  • O que fazer durante o trabalho em espaços confinados

    Após assinar a PET, ainda faltam alguns cuidados a observar durante o trabalho num espaço confinado. Entenda os papéis do supervisor de entrada e do vigia.

    O que fazer durante o trabalho em espaços confinados

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Treinamentos para Espaço Confinado


Como identificar os riscos à segurança

  • O próximo passo é identificar e documentar os riscos envolvidos. Veja o que é uma análise de risco e confira um exemplo simples e prático para não deixar nada de fora.

     

    Análise de risco

    A análise de risco é uma tarefa única para cada empresa e local de trabalho. Cabe ao empregador identificar e antecipar todos os espaços confinados, avaliando os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos envolvidos.

    Além de identificar os riscos de cada ambiente de trabalho confinado, também é preciso considerar o passo a passo de cada atividade que será executada no local. Cada etapa pode trazer riscos que devem ser abordados para prevenir eventuais consequências indesejadas.

    Exemplo prático: fritando um ovo

    Vamos usar um exemplo bastante comum para explicar como pode ser feita essa análise: quais são os riscos envolvidos ao fritar um ovo?

     

     

    ATIVIDADES RISCO CONSEQUÊNCIA MEDIDAS DE CONTROLE
    Pegar o ovo Derrubar Quebrar o ovo, inutilizar o alimento Tomar cuidado ao manusear
    Pegar frigideira Derrubar Machucar o pé, quebrar o piso Uso de uma bota adequada e cuidado no manuseio
    Pegar o óleo Derrubar, piso escorregadio Queda, fraturas Cuidado no manuseio e calçado antiderrapante
    Colocar o óleo no fogo Derrubar, piso escorregadio Queda, fraturas, derramamento do óleo Cuidado no manuseio e calçado antiderrapante
    Quebrar o ovo Ovo estragado ou impróprio para consumo Intoxicação alimentar Seleção de ovos
    Colocar o ovo na frigideira Respingo de óleo Fogo, queimaduras Cuidado no manuseio, usar fogo baixo
    Tirar o ovo da frigideira Respingo de óleo Fogo, queimaduras Cuidado no manuseio, usar fogo baixo

    Assim ficou fácil entender, certo? Importante: cada empresa deve criar sua análise de risco com base nas atividades e nos locais de trabalho específicos à sua atuação.

    Equipamentos de proteção individual

    Outra consequência direta da análise de riscos é o entendimento de quais serão os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários para o trabalho em cada espaço confinado. Cada situação exige EPIs específicos, redobre a atenção nessa escolha.

     

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O que fazer antes da entrada em um espaço confinado

  • Após a identificação dos riscos, deve ser criado um documento fundamental: a Permissão de Entrada e Trabalho, ou PET. Veja como isso funciona e confira um checklist de EPIs importantes para espaços confinados.

     

    Como criar uma PET

    A PET é um documento assinado antes de cada entrada de trabalhadores em espaços confinados, e refere-se exclusivamente a uma entrada. A permissão deve ser preenchida em três vias e assinada pelo supervisor de entrada, pelo vigia e pelo trabalhador.

    A NR 33 traz em seu Anexo II um modelo de Permissão de Entrada e Trabalho, que deve ser adaptado às peculiaridades da empresa e de seus espaços confinados conforme detalhado na análise de risco.

     

     

    Alguns pontos importantes:

    • A PET deve ser preenchida, assinada e datada antes do ingresso de trabalhadores em espaços confinados
    • A empresa deve manter um sistema de controle que permita a rastreabilidade da PET
    • Cópias do documento devem ser entregues para um dos trabalhadores autorizados e ao vigia
    •  Não é permitida a revalidação de uma PET.

    Capacitação dos trabalhadores

    O treinamento de todos os trabalhadores é algo que não pode ser deixado para a última hora. A NR 33 é muito clara sobre essa obrigatoriedade, sendo "vedada a designação para trabalhos em espaços confinados sem a prévia capacitação do trabalhador."

    Além disso, o empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer:

     
    • Mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho
    • Algum evento que indique a necessidade de novo treinamento
    • Quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados

    Outros cuidados

    • É necessário realizar uma medição constante de gases para detectar riscos atmosféricos.
    • Antes de cada entrada é preciso conferir se os meios para acionamento do serviço de emergência estão disponíveis; isso é extremamente importante, pois sempre existe o risco de acidentes e o resgate precisa ser imediato.

    Checklist de EPIs

    Antes que o trabalhador entre em qualquer espaço confinado, é primordial conferir uma lista de equipamentos de proteção individual (EPI) para que ele esteja 100% protegido. Como cada operação possui riscos próprios, listamos aqui alguns tipos muito importantes de EPIs - mas ATENÇÃO: sua lista deve ser definida de acordo com a Análise de Risco correspondente.

    Proteção Respiratória:

    Dependendo da análise de risco, do tipo de espaço confinado (entrada muito pequena ou ventilação insuficiente, por exemplo) e do tipo e duração do trabalho, o trabalhador pode precisar de proteção respiratória considerando as seguintes opções:

     
    • Respirador de linha de ar com cilindro de fuga com sistemas de fornecimento de ar respirável
    • Equipamento autônomo de proteção respiratória

    Observação: A comunicação com o trabalhador dentro do espaço confinado é extremamente importante. Para isso, busque opções de comunicadores integrados aos EPIs em uso.

    Detector de Gás Portátil:

    • Para a liberação do espaço confinado e a medição contínua do ambiente durante o trabalho, é preciso usar um detector de 4 gases (O2, H2S, CO, LEL).
    • Esse detector deve ter a opção de funcionar em modo de sucção (funcionamento com bomba para liberação do espaço confinado) e de difusão (quando usado pelo trabalhador dentro do espaço).

    Trabalho em altura:

    Em termos de proteção contra quedas, o acesso a um espaço confinado exige, pelo menos:

     
    • Um ponto de ancoragem seguro, normalmente um tripé ou monopé
    • Cinturão estilo paraquedista com um bom apoio nas pernas, ponto de ancoragem peitoral e/ou alças de acesso a espaços confinados
    • Guincho e trava-quedas retrátil e um sistema de resgate de back-up

    Outros EPIs:

    Dependendo da análise de risco, os trabalhadores envolvidos no trabalho em espaços confinados (incluindo supervisor e vigia) podem precisar também de outros tipos de EPI, como para proteção auditiva, visual e de cabeça e face.

    E atenção com a qualidade dos EPIs, sua durabilidade, peças de reposição, número do Certificado de Aprovação (é obrigatório!) e se eles estão em conformidade com as normas de segurança: tudo isso faz muita diferença.

     

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O que fazer durante o trabalho em espaços confinados

  • Após assinar a PET, ainda faltam alguns cuidados a observar durante o trabalho num espaço confinado. Entenda os papéis do supervisor de entrada e do vigia.

    Um dos cuidados mais importantes é que o trabalhador não pode entrar nesses locais sem aprovação e apoio, sempre de acordo com a análise de risco. É obrigatória a presença de um supervisor e de um vigia, que devem permanecer em contato constante com o trabalhador.

    O supervisor de entrada

     

    As principais responsabilidades do Supervisor de Entrada são:

     
    • Emitir a Permissão de Entrada e Trabalho antes do início das atividades
    • Executar os testes, conferir os equipamentos e os procedimentos detalhados na PET

     

    • Assegurar que os serviços de emergência e salvamento estejam disponíveis e que os meios para acioná-los estejam operantes
    • Cancelar os procedimentos de entrada e trabalho quando necessário
    • Encerrar a PET após o término dos serviços

    O vigia

    O vigia deve desempenhar as seguintes funções:

     
    • Manter a contagem precisa do número de trabalhadores autorizados no espaço confinado e assegurar que todos saiam ao término da atividade
    • Permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada, em contato permanente com os trabalhadores autorizados
    • Adotar os procedimentos de emergência, acionando a equipe de salvamento, pública ou privada, quando necessário (ele não deve entrar!)
    • Operar os movimentadores de pessoas
    • Ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer algum sinal de alarme, perigo, sintoma, queixa, condição proibida, acidente, situação não prevista ou quando não puder desempenhar efetivamente suas tarefas, nem ser substituído por outro vigia
    • O vigia não pode realizar outras tarefas que possam comprometer seu dever principal, que é o de monitorar e proteger os trabalhadores autorizados.

    O monitoramento de gases no espaço confinado também deve ser contínuo, pois pode haver variações perigosas a qualquer momento.

     

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